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Mundial Interclubes

O Mundial Interclubes é o título mais cobiçado pelos clubes da América do Sul. Ele é diputado entre os ganhadores da Copa Libertadores da América e da Copa dos Campeões da Europa.
Todo clube brasileiro tem o sonho de se tornar campeão mundial. Quando um time consegue classificação para a Libertadores, seja através do Campeonato Brasileiro ou da Copa do Brasil, o Projeto Tóquio começa a ser planejado.
O São Paulo é o clube brasileiro com mais títulos em Mundiais,
pois foi campeão em 92, 93 e 2005. Grêmio, Cruzeiro, Vasco e Palmeiras em 95, 97, 98 e 99 respectivamente decepcionaram a galera e voltaram de mãos abanando para o Brasil.
O Mundial Interclubes existe desde 1960, quando o Real Madrid foi campeão e o Peñarol, vice. A Copa era decidida em dois ou três jogos, nos estádios de cada time. A partir de 1980, quando a fábrica de automóveis Toyota passou a patrocinar o Mundial, o torneio mudou de nome. O formato da decisão também foi alterado. A Copa Toyota é disputada em apenas uma partida, em Tóquio, no Japão. O primeiro campeão foi o Nacional, do Uruguai, que derrotou o Nottingham Forest, da Inglaterra, por 1 a 0. Outra novidade foi a entrega de um carro para o melhor jogador da partida.
Em 93, o Olympique de Marsellha foi o campeão europeu, vencendo o Milan, na final, por 1 a 0. A equipe francesa deveria enfrentar o São Paulo na decisão do Mundial Interclubes, mas acabou sendo substituído pelos italianos. A UEFA descobriu que os dirigentes do clube haviam subornado jogadores do Valenciennes, em um jogo do campeonato francês casando o direito do clube francês.
O primeiro clube brasileiro a conquistar o Mundial Interclubes foi o Santos em 62 e repetiu a façanha em 63 o segundo clube brasileiro a vencer o Mundial foi o Flamengo, em 81, já quando o torneiro se chamava Copa Toyota. Com uma atuação sensacional de Zico, escolhido o melhor jogador da partida, o Mengo arrasou o Liverpool por 3 a 0. Dois anos depois, o Grêmio ganhou a Copa contra o Hamburgo. Renato Gaúcho fez os dois gols da vitória gremista por 2 a 1.
Em 92, o São Paulo de Telê Santana fez a decisão contra o Barcelona, que saiu na frente com um gol de Stoichkov. A virada são paulina veio com dois gols de Raí. No ano seguinte o Tricolor repetiu a dose, em um jogo emocionante contra o poderoso Milan, de Fábio Capello.
Desta vez, Telê Santana escalou no meio de campo Leonardo e o
experiente Toninho Cerezo, que foi eleito o melhor da partida. O
gol do bicampeonato veio através de um gol de letra de Muller,
fechando o jogo em 3 a 2. E em 2005 o São Paulo se consagrou o
clube brasileiro com mais títulos mundiais com um Gol de Mineiro
sobre o Liverpool.
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